O AGILE se despedaça em suas mãos

Estive numa concessionária para ver de perto o tão falado Agile, sucesso de vendas da GM. É inacreditável, mas um carro novo, zero, não deveria soltar peças na mão do incauto possível comprador, sob os olhos de um envergonhado vendedor.

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Uma rápida observação interna mostra que ele é apenas bonito, mas extremamente mal acabado: é possível se ferir com as rebarbas da tampa do porta-luvas, o pseudo Porta GPS saiu na mão na tentativa de se fechá-lo, o reostato que controla a luminosidade interna não funcionava e insistia em ficar na mesma posição e o botão acionador do espelho elétrico, ao ser movido, desprendia a cobertura de acabamento na qual ele está (mal) colocado. Sem contar as inúmeras peças internas aproveitadas de outros carros GM, que não combinam com a suposta modernidade do carro.

É impressionante a atual falta de qualidade dos produtos GM. Um carro que é para ser a grande virada de uma empresa, feito desse jeito, relaxado.

Um pouco antes, no mesmo dia, estive em uma Honda e vi o City, carro que pessoalmente não gosto. Tudo bem que ele custa mais do que vale, mas o acabamento fez ele parecer um Bentley perto do Agile.

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